Aos alunos do Primeiro Ano: Atividade 2 – Revoltas Nativistas
Queridos alunos, estamos dando continuidade a experiência de atividades que complementam as nossas aulas de História! Estamos começando uma nova atividade hoje, que será encerrada na quarta-feira, dia 26/10/2011 às 23:59 horas. Não esqueçam que esta participação valerá um ponto, e será acrescido na sua avaliação mensal.
Atividade 2: Escolha UMA das revoltas nativistas ocorridas no Brasil Colônia e apresente as características gerais de UM dos movimentos! Faça suas observações nos comentários!
Visualize a imagem em: Mapa Revoltas Nativistas
A guerra dos mascates
ResponderExcluirA guerra dos mascates começou sendo uma briga entre senhores do engenho de Olinda e comerciantes de Recife, Com a chegada dos holandeses em Pernambuco acabaram por ter o domino de Recife e Olinda.
Depois da expulsão dos holandeses Recife começou a ter um devido crescimento, o que afeto por fim os senhores de engenho que tinha o pode de Olinda.
Como Recife era ligado a Olinda com esse rápido crescimento eles queria se libertar da câmera de Olinda o que fez com que eles conseguissem a representação da câmera de Olinda, porem os senhores do engenho que possuíam grande influencia não deixaram com que isso saísse do papel.
Recife porem consegue sua própria câmera e se liberta de Olinda, foi então que os senhores ficam muito bravos e invadem recife.
As lutas só acabaram com a intervenção das forças coloniais, então foi ai que recife finalmente se viu livre de Olinda e que os comerciantes ganharam dos senhores.
Características Gerais:
-Luta contra os senhores de engenho.
- Liberdade entre os lugares habitados
-Invasão dos holandeses
-Interferência da força colonial
-Vitória dos Comerciantes
- Recife Livre de Olinda
- Ocorreu 1710-1711
Flavia Mazzo Nº 41
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ResponderExcluirRevolta dos Beckman – Em 1682, Portugal cria a Companhia de Comércio do estado do Maranhão. Em troca do monopólio do açúcar, a empresa deveria fornecer escravos, utensílios, equipamentos e alimentos à elite rural. Mas não cumpre o compromisso. A falta de mão-de-obra desorganiza as plantações. Chefiados por Manuel e Tomás Beckman, em 1684 os proprietários rurais revoltam-se contra a empresa e os padres jesuítas, que proíbem a escravização de índios. A metrópole intervém. Os Beckman são executados e os demais líderes, condenados à prisão perpétua.
ResponderExcluirHugo Camargo N°17
Revolta de Vila Rica.
ResponderExcluirNo período da mineração, havia muita sonegação e contrabando de ouro. Consciente, a Coroa restaurou a cobrança do quinto através das casas de Fundição (onde o ouro extraído no Brasil era fundido)e criou várias delas na região das minas. A revolta de Vila Rica foi uma revolta contra mais essa cobrança de impostos.
Felipe dos Santos, que era um rico fazendeiro e tropeiro que defendia o fim das Casas de Fundição, liderou uma multidão e se dirigiu à Vila de Ribeirão do Carmo para exigir do governador de Minas o fechamento da Casa de fundição e a redução dos impostos.
Os revoltosos pegaram em armas e chegaram a ocupar Vila Rica. Diante da situação tensa, o governador da região, Conde de Assumar, chamou os revoltosos para negociar, solicitando que abandonassem as armas. Após acalmar e fazer promessas aos revoltosos, o conde ordenou às tropas para que invadissem a vila. Os líderes foram presos e suas casas incendiadas. Felipe dos Santos, considerado líder, foi julgado e condenado à morte por enforcamento.
A descoberta de ouro nas Minas Gerais pelos bandeirantes paulistas, no final do século XVII, alterou a rotina de várias regiões da Colônia. Logo que a notícia se espalhou, milhares de pessoas vindas do Nordeste, do Rio de Janeiro e até mesmo de Portugal dirigiram-se à capitania com o sonho de enriquecer.
ResponderExcluirFreqüentes assassinatos de bandeirantes e de emboabas provocaram a formação de bandos armados e fizeram surgir comentários de que os paulistas planejavam realizar um massacre de forasteiros e vice-versa.
Após a derrota dos paulistas, em 1709, foi fundada a Capitania de São Paulo e Minas Gerais do Ouro, separada da Capitania do Rio de Janeiro. Em 21 de fevereiro de 1720, ela foi novamente dividida, dando origem à Capitania de Minas Gerais e à Capitania de São Paulo.
A Guerra dos Mascates(1710-1711): Os comerciantes de Recife era conhecido como Mascates e eram credores de muitas dividas contraídas pelos senhores de engenho, que se encontravam em declínio econômico.
ResponderExcluirOs Mascates queriam criar a sua própria Câmara Municipal eles fizeram tanta presam que conseguiram que Recife virasse vila.
A aristocracia de Olinda foi contra mais não podia mais voltar atras e exigiu que a nova vila ocupasse apenas áreas já controladas pelos comerciantes portugueses e deu certo mais Recife não aceitou e começou assim um período de tensão entre Olinda e Recife que se preparavam para guerra.
No dia 7 de novembro de 1710, a aristocracia de Olinda invadiu Recife e derrubou o Pelourinho,simbolo da autonomia municipal.
Os Mascates deram inicio a uma tentativa de restabelecer a sua independência.
Os combates estavam equilibrados quando chegou a Pernambuco o novo capitão-mor e a principio se mostrou conciliador, dialogando com os dois lados.
Mas o capitão-mor apurou que os responsáveis pelo conflito foi os Olindenses que foram culpados e seus lideres foram condenados pelo crime de lesa-majestade e tiveram seus bem confiscados.
Em 1714, D.João V concedeu-lhes anistia e devolveu-lhes os bens confiscados.Mas a revolta serviu para mostrar a decadência econômica e perca de força politica dos senhores de engenho o olindenses.
Movimento nativista é aquele motivado por um sentimento de valoração da cultura local, em contrapartida àquela de origem externa, que surgiu em diversos momentos de países que, sofrendo a imposição cultural externa, passaram a construir um sentimento nativista próprio.
ResponderExcluirÍndice
1 No Brasil
1.1 Ver também
2 Cabo Verde
2.1 Ligações externas
3 Túpac Amaru
No Brasil
Os movimentos nativistas brasileiros tiveram início ainda na segunda metade do século XVII, após a campanha pela expulsão dos invasores holandeses do Nordeste.
Em Pernambuco começou a formar-se um sentimento de que a própria Colônia poderia gerir seus destinos, assim como praticamente sozinha conseguira expulsar os integrantes da Companhia das Índias Ocidentais.
Uma das primeiras manifestações foi a Revolta de "Nosso Pai", ocorrida no Recife, logo após a expulsão dos holandeses. A mais antiga, porém, que recebe esta classificação é a chamada Aclamação de Amador Bueno, ocorrida na então capitania de São Paulo, em 1641.
Outros tantos se seguiram, até que estes se tornaram claramente em movimentos emancipacionistas, ganhando, além do sentimento de brasilidade, componentes políticos, tais como as aspirações republicanas, o constitucionalismo e o nacionalismo.
Nome: Guido Schiavon Número:15
1 U
Guerra dos Emboabas
ResponderExcluirPor volta do final do século XVII, os paulistas que residiam na capitania de São Vicente encontraram ouro no sertão. Fazendo com que muitos garimperios fossem para aquela região.A oportunidade de se enriquecer por meio da mineração atraiu o interesse de populações de outras províncias e dos próprios portugueses que souberam da notícia na metrópole. As jazidas encontradas começaram a ser alo de uma violenta disputa
Os Bandeirantes paulistas queiram que a exploração das minas deveria ser reservada aos pioneiros da região que eram eles,a Coroa Portuguesa enxergava o feito como mais uma excelente oportunidade de negócio capaz de sanar a vida do Estado Lusitano. Aconteceu que em 1708, a região de Minas Gerais acabou sendo palco de um conflito que acabou conhecido como a Guerra dos Emboabas.A utilização do termo “emboaba” era pejorativamente dirigida aos estrangeiros que tentaram controlar a região tardiamente. Emboaba no tupí era uma expressão utilizada pelos indígenas para fazer menção a todo tipo de ave que tinha sua perna coberta de penas até os pés.Com o passar do tempo, os bandeirantes paulistas a reinterpretaram para se referir aos ''forasteiros'' que, calçados de botas, alcançavam a região interiorana atrás dos metais preciosos.Os emboabas formaram suas próprias comunidades dentro da região que já era habitada pelos paulistas.Os paulistas eram chefiados pelo bandeirante Manuel de Borba Gato; já o líder dos emboabas era o português Manuel Nunes Viana.Os emboabas organizaram diversas expedições em que buscavam enfraquecer a hegemonia dos paulistas nas regiões mineradoras. Entre as lutas mais intensas, o combate desenvolvido no Capão da Traição ficou conhecido pela morte de 300 paulistas pela mão dos emboabas. Tendo em vista a situação de confronto, os colonizadores portugueses buscaram formas para reafirmar sua autoridade no local.Após seu sucesso no ataque contra os paulistas, Nunes Viana foi tido como o "supremo ditador das Minas Gerais", contudo, este, por ordem do governador do Rio de Janeiro, teve que se retirar para o rio São Francisco. Inconformados com o tratamento que haviam recebido do grupo liderado por Nunes Viana, os paulistas, desta vez sob liderança de Amador Bueno da Veiga, formaram um exército que tinha como objetivo vingar o massacre de Capão da Traição.Esta nova batalha durou uma semana.No ano de 1709, a Coroa Portuguesa determinou a imediata separação territorial das capitanias de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.Sendo criada a nova capitania de São Paulo, e, com sua criação, a paz finalmente prevaleceu.
Características
-Aconteceu entre 1708-1709
-Os Bandeirantes paulistas queriam parte nas jazidas encontradas
- Oportunidade da coroa portuguesa de sanar a vida do Estado Lusitano
-Emboaba=forasteiro
-Bandeirante Manuel de Borba Gato; chefiava os paulistas
-O líder dos emboabas era o português Manuel Nunes Viana.
-Combate no Capão da Traição
- Amador Bueno da Veiga vingar o massacre em Capão da Traição
-1709, a Coroa Portuguesa, determinou a separação territorial das capitanias
-A paz finalmente prevaleceu
Ariane Abreu Tsutsumi nº 3
A Guerra dos Emboabas
ResponderExcluirNos primeiros anos do secXVIII,se descobriu no Brasil o ouro,então varias pessoas foram atrás do ouro brasileiro mas como não tinha tanto ouro pra tanta gente..Com certeza viriam conflitos por causa do ouro.
Os bandeirantes paulistas, responsáveis pelas primeiras descobertas,acreditavam que a exploração das minas deveria ser reservada aos pioneiros da região.
Mas os Portugueses viam essas joias como excelentes oportunidades deles para sanar a vida do estado lusitano.
Então a região de minas de 1708 a 1709 virou um pé de guerra que ficou conhecido como guerra dos emboabas.
A utilização do termo “emboaba” era pejorativamente dirigida aos estrangeiros que tentaram controlar a região tardiamente.Emboaba vem da língua tupi que significa todo tipo de ave que tinha sua perna coberta de penas até os pés.E com o tempoos paulistas a reinterpretaram para se referir aos forasteiros que, calçados de botas, alcançavam a região interiorana atrás dos metais preciosos.
Sob a liderança de Manuel Nunes Viana, os emboabas organizaram diversas expedições em que buscavam enfraquecer a hegemonia dos paulistas nas regiões mineradoras. Entre as lutas mais intensas, o combate desenvolvido no Capão da Traição ficou conhecido pela morte de 300 paulistas pela mão dos emboabas. Tendo em vista a situação de confronto, os colonizadores portugueses buscaram formas para reafirmar sua autoridade no local.
No ano de 1709, a Coroa Portuguesa determinou a imediata separação territorial das capitanias de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Ao fim da guerra, os bandeirantes buscaram outras jazidas nas regiões de Mato Grosso e Goiás. Alguns destes bandeirantes, beneficiados com o ganho da atividade mineradora, aproveitaram para formar unidades agrícolas que abasteceriam os núcleos urbanos que surgiram naquela mesma época.
Então de novo os portugueses quiseram roubar o que e nosso,mas como nosso povo batalho pra te o direito do ouro por que e nosso do nosso pais.Mas infelizmente muita gente morreu,mas acima de tudo ele conseguiram.
Jose guilherme N°25
GUERRA DOS MASCATES
ResponderExcluirA partir de 1654, a expulsão definitiva dos holandeses de Pernambuco provocou uma grande mudança no cenário econômico daquela região. Os grandes produtores de açúcar que anteriormente usufruíram dos investimentos holandeses viviam uma crise decorrente da baixa do açúcar no mercado internacional contudo, esses senhores de engenho ainda possuíam o controle do cenário político local por meio do poder exercido na câmara municipal de Olinda. O comércio da cidade trazia grandes lucros aos portugueses, que controlavam a atividade comercial da região.Com o passar do tempo, a divergência da situação política e econômica entre os fazendeiros de Olinda e os comerciantes portugueses de Recife criou uma tensão local. Inicialmente, os senhores de engenho de Olinda, vivendo sérias dificuldades para investirem no negócio açucareiro, pediram vários empréstimos aos comerciantes portugueses de Recife. Contudo, a partir da deflagração da crise açucareira, muitos dos senhores de engenho acabaram não tendo condições de honrar seus compromissos. Para tanto, os comerciantes de Recife conseguiram elevar o seu povoado à categoria de vila, tendo dessa maneira o direito a formar uma câmara municipal autônoma. A medida deixou os latifundiários de Olinda bastante apreensivos, pois temiam que dessa forma os comerciantes portugueses tivessem meios para exigir o pagamento imediato das dívidas que tinham a receber. Dessa forma, a definição das fronteiras dos dois municípios serviu como estopim para o conflito. A guerra teve início em 1710, com a vitória dos olindenses que conseguiram invadir e controlar a nova cidade pernambucana. Logo em seguida, os recifenses conseguiram retomar o controle de sua cidade em uma reação militar apoiada por autoridades políticas de outras capitanias. A guerra só foi interrompido no momento em que a Coroa Portuguesa indicou, em 1711, a nomeação de um novo governante que teria como principal missão estabelecer um ponto final ao conflito.O escolhido para essa tarefa foi Félix José de Mendonça, que apoiou os mascates portugueses e estipulou a prisão de todos os latifundiários olindenses envolvidos com a guerra
NOME: Ricardo da Silva Junior nº37
Revolta de Beckman:
ResponderExcluirIrmãos Manuel e Tomas Beckman expulsaram os jesuítas da região e dissolveram a Companhia de Comércio do Maranhão. Mesmo oferecendo as melhorias na administração colonial, o governo português reprimiu violentamente o movimento.Foi posto um fim na revolta com a condenaçao de morte de seus lideres.
Caracteristicas gerais: Inicio-se com inumeras insatisfaçoes aleatorias,primeiro com as a administraçao feitas por meio Companhia de Comércio do Maranhão que ofereciam produtos de baixas qualidades,e não ofereciam a quantidade necessaria de escravos com isso os senhores de engenho começa a escravizar os indios,gerando mais insatisfaçoes agora por conta dos jesuitas e com todas os problemas e a falta de administraçao por parte da Coroa Portuguesa ocorreu a Revolta.
Leticia Izumi Hisatugo n 27
A Revolta de Filipe dos Santos ou A Revolta de Vila Rica.
ResponderExcluirAconteceu no ano de 1720 , em vila rica - região das minas.a revolta deu início quando os donos das minas estavam sendo prejudicados com as novas medidas da Coroa para dificultar o contrabando do ouro em pó. A Coroa Portuguesa decidiu instalar quatro casas de fundição, onde todo ouro deveria ser fundido e transformado em barras, com o selo do Reino (nessa mesma ocasião era recolhido o imposto -de cada cinco barras, uma ficava para a Coroa portuguesa). Assim, só poderia ser comercializado o ouro em barras com o selo real, acabando com o contrabando paralelo do ouro em pó e conseqüentemente, com o lucro maior dos donos das minas. Então, esses últimos organizaram essa revolta para acabar com as casas de fundição, com os impostos e com o forte controle em cima do contrabando.Os revoltosos realizaram uma marcha até a sede do governo da capitania em Mariana, e como o governador conde de Assumar não tinha como barrar a força dos donos das minas, ele prometeu que as casas de fundição não seriam instaladas e que o comércio local seria livre de impostos. Os rebeldes voltaram então para Vila Rica, de onde haviam saído. Aproveitando a trégua, o conde mandou prender os líderes do movimento, cujas casas foram incendiadas. Muitos deles foram deportados para Lisboa, mas Filipe do Santos o qual desempenhava o papel de líder , foi condenado e executado. Assim, essa revolta não conseguiu cumprir seus objetivos e foi facilmente sufocada pelo governo.
Beatriz Chiozzini Porto n°5
A Revolta de Beckman (1684)
ResponderExcluirOs colonos no Maranhão, motivados pelas dificuldades que enfrentavam no fornecimento de escravos negros e alguns produtos da Metrópole se revoltaram contra as autoridades. O conflito entre os colonos e os padres jesuítas, que pretendiam proteger os índios, durou cerca de vinte anos, criando a Companhia de Comércio do Maranhão para fornecer escravos negros e outras coisas para os colonos. Porém, a Companhia não cumpriu o prometido, provocando a revolta dos colonos.
Em 1684, Manuel Beckman, senhor de engenho, chefiou uma revolta contra as autoridades da Companhia. Aproveitando da ausência do governador, em 24 de fevereiro de 1684, um grupo de manifestantes promoveu um grande rebuliço em São Luís, prendendo o governador, invadindo os colégios jesuítas e saqueando os galpões da Companhia de Comércio. Liderados pelos irmãos Manuel e Tomás Beckman, a revolta exigia a melhora das relações entre Maranhão e Portugal.
Beckman assumiu o governo local, mas não conseguiu resolver os problemas. Nesse meio tempo, Tomás Beckman dirigiu-se a Portugal para reafirmar lealdade às autoridades lusitanas e denunciar as infrações cometidas pela Companhia de Comércio. A coroa enviou um novo governador para o Maranhão que conseguiu sufocar a revolta dos colonos e dominou a situação. A maioria dos participantes da revolta foram presos e deportados e Manuel Beckman foi enforcado.
Isabela Carvalho n° 20
Revolta de vila rica.
ResponderExcluirA revolta deu início quando os donos das minas estavam sendo prejudicados com as novas medidas da Coroa para dificultar o contrabando do ouro em pó. A Coroa Portuguesa decidiu instalar quatro casas de fundição, onde todo ouro deveria ser fundido e transformado em barras, com o selo do Reino (nessa mesma ocasião era recolhido o imposto -de cada cinco barras, uma ficava para a Coroa portuguesa).Os revoltosos realizaram uma marcha até a sede do governo da capitania em Mariana, e como o governador conde de Assumar não tinha como barrar a força dos donos das minas, ele prometeu que as casas de fundição não seriam instaladas e que o comércio local seria livre de impostos. Os rebeldes voltaram então para Vila Rica, de onde haviam saído. Aproveitando a trégua, o conde mandou prender os líderes do movimento, cujas casas foram incendiadas. Muitos deles foram deportados para Lisboa, mas Filipe do Santos o qual desempenhava o papel de líder , foi condenado e executado.
Características Gerais:
-Luta contra os senhores de engenho.
- Liberdade entre os lugares habitados
-Invasão dos holandeses
-Interferência da força colonial
-Vitória dos Comerciantes
- Recife Livre de Olinda
- Ocorreu 1710-1711
Revolta de vila rica
ResponderExcluirA revolta deu início quando os donos das minas estavam sendo prejudicados com as novas medidas da Coroa para dificultar o contrabando do ouro em pó. A Coroa Portuguesa decidiu instalar quatro casas de fundição, onde todo ouro deveria ser fundido e transformado em barras, com o selo do Reino (nessa mesma ocasião era recolhido o imposto -de cada cinco barras, uma ficava para a Coroa portuguesa). Os rebeldes voltaram então para Vila Rica, de onde haviam saído. Aproveitando a trégua, o conde mandou prender os líderes do movimento, cujas casas foram incendiadas. Muitos deles foram deportados para Lisboa, mas Filipe do Santos o qual desempenhava o papel de líder , foi condenado e executado.
Características Gerais:
-Luta contra os senhores de engenho.
- Liberdade entre os lugares habitados
-Invasão dos holandeses
-Interferência da força colonial
-Vitória dos Comerciantes
- Recife Livre de Olinda
- Ocorreu 1710-1711
A Revolta de Beckman
ResponderExcluirEssa rebelião ocorreu em 1684, como uma reação de proprietários rurais do Maranhão, aos abusos cometidos pela Companhia de Comércio do Maranhão, instalada na região dois anos antes, em 1682, por ordem do governo português.
Foi criada para solucionar os problemas de escoamento da produção e de abastecimento da região com produtos europeus, assim como abastecer a região de mão-de-obra escrava. Na falta de mão-de-obra, os produtores escravizavam os índios, o que vinha causando conflito com os jesuítas.
A Companhia detinha o monopólio na venda de produtos de outras regiões e escravos, e na compra do açúcar e do algodão dos produtores rurais. A insatisfação da população foi crescente, pois a Companhia vendia produtos de baixa qualidade a preços altos, os escravos não eram suficientes e a Companhia pagava um preço injusto pelo açúcar e pelo algodão dos produtores.
Essa rebelião já estava sob a liderança dos irmãos Tomás e Manuel Beckman, grandes senhores de engenho da região.
A revolta teve como objetivo a abolição do monopólio da Companhia de Comércio do Maranhão, para que se estabelecesse uma relação comercial justa. Os Beckman lideraram o saque aos armazéns da Companhia, depuseram o governo local e expulsaram os jesuítas da região.
Com a finalidade de declarar a fidelidade ao Rei de Portugal, e de levar as reivindicações dos colonos à Metrópole, Tomás Beckman foi enviado a Lisboa. Ao retornar, trouxe consigo um novo governador, Gomes Freire de Andrade, enviado pela coroa portuguesa para restabelecer a ordem na região, com forças que o acompanharam para tal. Não houve resistência dos revoltos.
As autoridades antes depostas retornaram a seus cargos, e os envolvidos na revolta foram presos e julgados. Manuel Beckman foi condenado à morte pela forca, por ter liderado o movimento. Seu irmão, Tomás Beckman, foi condenado ao desterro, ou seja, foi expulso de sua terra. Os demais envolvidos foram condenados a prisão perpétua.
Carolina Ruiz - nº 09
A partir do século XVII, o açúcar (que era predominante) sofrera forte concorrência, que fez com que a Coroa portuguesa novamente procurasse metais preciosos. Os paulistas foram os principais exploradores, em 1674, Fernão Dias Pais, descobriu o caminho para o interior de Minas e alguns anos depois, Bartolomeu Bueno da Silva abriu passagem para Goiás e Mato Grosso. A corrida do ouro começou de fato, em 1698 quando Antônio Dias de Oliveira descobriu as minas de Ouro Preto. A notícia correu o país inteiro chegando ate Portugal.
ResponderExcluirA população das minas era bastante heterogênea e dividida em dois grupos rivais: paulistas: que queriam o direito de explorar as minas de ouro, pois descobriram o lugar e emboabas: forasteiros. O nome “Emboabas” significa em Tupi “Pássaro de Pés Emplumados”, e é uma ironia aos forasteiros que usavam botas; enquanto que os paulistas andavam descalços.
A disputa pelas jazidas e vários outros desentendimentos deram origem a Guerra dos Emboabas. Para combater o contrabando do ouro, a Coroa proibiu o comércio (exceto o de gado) entre Bahia e Minas; porém, ele continuou sob a liderança de Nunes Viana. Borba Gato (guarda-mor das minas, logo um representante do poder real e líder dos paulistas) decidiu expulsá-lo das minas, mas Nunes não foi embora e recebeu apoio dos emboabas.
Guerra dos Emboabas
ResponderExcluirO que foi?
Conflito armado ocorrido na região das Minas Gerais entre os anos de 1707 e 1709, envolvendo os bandeirantes paulistas e os emboabas (portugueses e imigrantes de outras regiões do Brasil). O confronto tinha como causa principal a disputa pela exploração das minas de ouro recém descoberatas na região das Minas Gerais. Os paulistas queriam exclusividade na exploração da região, pois afirmavam que tinham descoberto as minas.
Lideranças
- Os emboabas eram liderados pelo português Manuel Nunes Viana.
- Os paulistas eram comandados pelo bandeirante Borba Gato.
Conflitos
O conflito mais importante e sangrento ocorreu em novembro de 1708 no distrito de Ouro Preto. Os embaobas dominaram a região das minas e os paulistas se refugiaram na área do Rio das Mortes.
Consequências
- Os paulistas foram derrotados e a Coroa Portuguesa criou a Capitania de São Paulo e Minas de Ouro.
- A cobrança do quinto foi regulamentada.
- A Coroa Portuguesa, após acabar com o conflito e pacificar a região, assumiu a exploração de ouro na região das Minas Gerais.
- Os bandeirantes paulistas, expulsos da região das Minas Gerais, foram procurar em busca de ouro nas regiões de Goiás e Mato Grosso. Encontrarm nestas áreas novas minas para explorar.
Revolta de vila rica
ResponderExcluirRevolta de Vila Rica (1720) - Brasil
Também chamada de Revolta de Felipe dos Santos, a Revolta de Vila Rica foi determinada pela situação específica da região das Minas e se opunha ao físico português.
A população das Minas dedicava-se ao contrabando do ouro em pó e sonegava o quinto ao Rei. Afim de conter a evasão do ouro, uma lei de Fevereiro de 1.719 implantou na capitania as casas de fundição.
A criação das Casas de Fundição foi causa do motim de quase de 2.000 mineiros. O líder da rebelião, o português Felipe dos Santos, era um rancheiro no povoado de Antônio Dias.
Sem força suficiente para debelar o movimento, o governador Conde de Assumar contemporizou com os revoltosos e prometeu perdoar os amotinados e suspender a criação das Casas de Fundição. Quando os revoltosos depuseram as armas e se dispersaram o governador mandou prender os lideres e esquartejar Felipe dos Santos.
Revolta de Vila Rica ou de Felipe dos Santos
ResponderExcluirPara combater a corrupção (muito presente no período da mineração, na forma de sonegação, comércio ilícito, etc) dos mineradores em relação ao ouro, a coroa restaurou a cobrança do quinto através das casas de Fundição e criou várias delas na região das minas. Essa revolta foi contra essa cobrança de impostos. Felipe dos Santos liderou um grande movimento para exigir do governador de Minas o fechamento da Casa de fundição e a redução dos impostos. O governador prometeu atender aos pedidos, mas acabou ordenando uma repressão, feita pelas tropas portuguesas que tomaram Vila Rica, prenderam várias pessoas e assassinaram o líder Felipe dos Santos.
Revolta de Beckman.
ResponderExcluirDurante vários momentos e em diversos locais da colônia, os interesses de colonos e missionários se chocaram. Um exemplo desse choque de interesse ocorreu no Maranhão em fins do século XVII.
A capitania do Maranhão não era rica, pois o cultivo da cana em suas terras não era viável.
A possibilidade dos colonos de comprarem escravos, muito caros, eram pequenas, por outro lado, os jesuítas também não permitiam a escravização dos índios, pois eles próprios exploravam o trabalho indígena. Para agravar a situação, a Companhia Geral do Comércio do Estado do Maranhão, que defina o controle da região, também descontentava os colonos.
Revoltados com a situação, em fevereiro de 1684, os colonos, liderados pelo rico fazendeiro Manuel Beckman, prenderam o Capitão-Mor do Maranhão e tomaram os armazéns da Companhia do Maranhão. Com a deposição das autoridades, formaram um governo provisório, expulsaram os jesuítas e pediram providências a Portugal.
Portugal agiu rapidamente e, aproveitando-se da falta de consistência do movimento, arrasou com a revolta, sendo Manuel Beckman e Jorge Sampaio, outro líder, executados.
A rebelião ocorreu contra a Companhia Geral de Comércio do Maranhão, que não cumpriu os acordos feitos com os colonos, e contra a Companhia de Jesus, que era contrária à escravização indígena.
Luís Felipe, N○. 29
Revolta de Beckman
ResponderExcluirEm 1682, foi criada por Portugual a Companhia de Comércio do Estado do Maranhão, que em troca do açúcar teria de fornecer equipamentos, alimentos para a elite e escravos da África. Acontece que a companhia não consegue cumprir o combinado, pois os holandeses dominavam o tráfico de escravos.
Além disso, os jesuítas eram contra a escravidão dos índios, fazendo com que faltasse mão de obra.
Assim, os irmãos Tomás e Manuel Beckman(ricos fazendeiros do Maranhão) lideraram uma revolta contra os jesuítas e contra o acordo feito com a Companhia de Comércio do Estado de Maranhão.
Portugal interviu na Revolta e os irmãos Beckman foram executados e os outros líderes foram condenados á prisão perpétua.
Carolina M.
número 8
(:
A Revolta de Beckman
ResponderExcluirAno: 1684
Local: Maranhão – São Luís
Causa e Objetivo: A Companhia do Comércio do Maranhão não estava agradando os colonos: eles traziam um número insuficiente de escravos e cobravam caro por eles. Também adulteravam preços e medidas e seus produtos eram de má qualidade. A população então, passou a se sentir roubada com isso e organizou essa revolta com o objetivo de acabar com a Companhia e expulsar os jesuítas da cidade, além de assumir o governo de São Luís.
Líderes: Manuel e Tomás Beckman
Conseqüências: Os objetivos propostos pela revolta de Beckman foram cumpridos, mas quando o movimento tentou se estender para Belém, foi facilmente controlado pelas tropas reais, comandadas por Gomes de Freire de Andrada e fracassou. Tomás Beckman foi preso e seu irmão Manuel, condenado à morte. O Colégio dos Jesuítas e a Companhia do Comércio do Maranhão foram reabertos, mas aos poucos, este último devido a sua ineficiência, foi se extinguindo. Ou seja, a revolta não foi bem sucedida, mas pelo menos, a Companhia que tanto não satisfazia as necessidades da população acabou fechando devido à sua própria incapacidade.
Gabriela nº 13
Guerra dos Emboabas:
ResponderExcluirNos primeiros anos do século XVIII, a descoberta de ouro no Brasil proporcionou um interessante conjunto de mudanças dentro e fora dos limites do território colonial. Em geral, a oportunidade de se enriquecer por meio da mineração atraiu o interesse de populações de outras províncias e dos próprios portugueses que souberam da notícia na metrópole. Dessa forma, em pouco tempo as jazidas encontradas seriam alvo de uma violenta disputa.
Os bandeirantes paulistas, responsáveis pelas primeiras descobertas, acreditavam que a exploração das minas deveria ser reservada aos pioneiros da região. Em contrapartida, a Coroa Portuguesa enxergava o feito como mais uma excelente oportunidade de negócio capaz de sanar a vida do Estado Lusitano. Dessa forma, a região de Minas Gerais, entre 1708 e 1709, acabou se transformando em palco de um conflito que acabou conhecido como a Guerra dos Emboabas.
A utilização do termo “emboaba” era pejorativamente dirigida aos estrangeiros que tentaram controlar a região tardiamente. Na língua tupi, essa expressão era originalmente utilizada pelos indígenas para fazer menção a todo tipo de ave que tinha sua perna coberta de penas até os pés. Com o passar do tempo, os bandeirantes paulistas a reinterpretaram para se referir aos forasteiros que, calçados de botas, alcançavam a região interiorana atrás dos metais preciosos.
Sob a liderança de Manuel Nunes Viana, os emboabas organizaram diversas expedições em que buscavam enfraquecer a hegemonia dos paulistas nas regiões mineradoras. Entre as lutas mais intensas, o combate desenvolvido no Capão da Traição ficou conhecido pela morte de 300 paulistas pela mão dos emboabas. Tendo em vista a situação de confronto, os colonizadores portugueses buscaram formas para reafirmar sua autoridade no local.
No ano de 1709, a Coroa Portuguesa determinou a imediata separação territorial das capitanias de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Ao fim da guerra, os bandeirantes buscaram outras jazidas nas regiões de Mato Grosso e Goiás. Alguns destes bandeirantes, beneficiados com o ganho da atividade mineradora, aproveitaram para formar unidades agrícolas que abasteceriam os núcleos urbanos que surgiram naquela mesma época.
Graziele Gandolfi, nº14
A Guerra dos Mascates que se registrou de 1710 a 1711 na Capitania de Pernambuco,é considerada como um movimento nativista pela historiografia em História do Brasil.Confrontaram-se os senhores de terras e de engenhos pernambucanos,
ResponderExcluirconcentrados em Olinda,e os comerciantes reinóis do Recife, chamados pejorativamente de mascates.Quando houve as sedições entre os mascates europeus do Recife e a aristocracia rural de Olinda,os sectários dos mascates se apelidavam Tundacumbe,cipós e Camarões,e os nobres e seus sectários,pés rapados - porque quando haviam de tomar as armas, se punham logo descalços e à ligeira,para com menos embaraços as manejarem,e assim eram conhecidos como destros nelas, e muito valorosos,pelo que na história de Pernambuco,a alcunha de pés rapados é sinônimo de nobreza.
leticia yuki Nº 28
Guerra dos Emboabas
ResponderExcluirNa primeira década do século XVIII, os relatos da presença de grandes reservas auríferas na região de Minas Gerais se espalharam rapidamente pelo Brasil e Portugal, ocasionando um grande movimento em direção a essa região. Várias pessoas deixaram suas próprias terras para se aventurarem na busca pelas riquezas da região, no entanto, essa exploração não era tão fácil, visto que já havia um grande número de pessoas interessadas.
Além da região de Minas Gerais já pertencer a São Paulo, foram os paulistas que descobriram as reservas de ouro. Por isso, estes passaram a defender a exclusividade na exploração do ouro. Os estrangeiros, principalmente baianos e portugueses, representavam uma ameaça à exploração dos paulistas, desencadeando vários conflitos armados na zona aurífera.
Devido ao fato dos estrangeiros usarem botas, estes foram apelidados pejorativamente por emboabas (do tupi, aves pernaltas). Os emboabas nomearam o riquíssimo português Manuel Nunes Viana como líder, e os paulistas, o ex-bandeirante Manuel de Borba Gato.
Inicialmente os paulistas sofreram várias derrotas e foram obrigados a abandonar muitas minas. Em represália, organizaram um ataque mais forte, com uma tropa de mais ou menos 1 300 homens, porém não chegaram a Minas Gerais. Tudo isso favoreceu os emboabas, fazendo com que os paulistas perdessem várias minas, obrigando-os a procurarem novas reservas de ouro.
Após a Guerra dos Emboabas, a região passou a ser controlada diretamente pela metrópole. Assim, foram estabelecidas normas que passaram a regulamentar a repartição de lavras entre paulistas e estrangeiros, além da cobrança do quinto, um imposto sobre todas as riquezas geradas pelo ouro.
JOÃO VICTOR MARQUES PEREIRA Nº 21
A Revolta de Beckman
ResponderExcluirAconteceu no ano 1684,em São Luis – Maranhão,quando a Companhia do Comércio do Maranhão não estava agradando os colonos: eles traziam um número insuficiente de escravos e cobravam caro por eles. Também adulteravam preços e medidas e seus produtos eram de má qualidade. A população então, passou a se sentir roubada com isso e organizou essa revolta com o objetivo de acabar com a companhia e expulsar os jesuítas da cidade, além de assumir o governo de São Luís.Os seus lideres foram Manuel e Tomás Beckman. Suas conseqüências: Os objetivos propostos pela revolta de Beckman foram cumpridos, mas quando o movimento tentou se estender para Belém, foi facilmente controlado pelas tropas reais, comandadas por Gomes de Freire de Andrada e fracassou. Tomás Beckman foi preso e seu irmão Manuel, condenado à morte. O Colégio dos Jesuítas e a Companhia do Comércio do Maranhão foram reabertos, mas aos poucos, este último devido a sua ineficiência, foi se extinguindo. Ou seja, a revolta não foi bem sucedida, mas pelo menos, a Companhia que tanto não satisfazia as necessidades da população acabou fechando devido à sua própria incapacidade.
Anna Beatriz n°:02
Guerra dos Emboabas
ResponderExcluirNa primeira década do século XVIII, os relatos da presença de grandes reservas auríferas na região de Minas Gerais se espalharam rapidamente pelo Brasil e Portugal, ocasionando um grande movimento em direção a essa região. Várias pessoas deixaram suas próprias terras para se aventurarem na busca pelas riquezas da região, no entanto, essa exploração não era tão fácil, visto que já havia um grande número de pessoas interessadas.
Além da região de Minas Gerais já pertencer a São Paulo, foram os paulistas que descobriram as reservas de ouro. Por isso, estes passaram a defender a exclusividade na exploração do ouro. Os estrangeiros, principalmente baianos e portugueses, representavam uma ameaça à exploração dos paulistas, desencadeando vários conflitos armados na zona aurífera.
Devido ao fato dos estrangeiros usarem botas, estes foram apelidados pejorativamente por emboabas (do tupi, aves pernaltas). Os emboabas nomearam o riquíssimo português Manuel Nunes Viana como líder, e os paulistas, o ex-bandeirante Manuel de Borba Gato.
Inicialmente os paulistas sofreram várias derrotas e foram obrigados a abandonar muitas minas. Em represália, organizaram um ataque mais forte, com uma tropa de mais ou menos 1 300 homens, porém não chegaram a Minas Gerais. Tudo isso favoreceu os emboabas, fazendo com que os paulistas perdessem várias minas, obrigando-os a procurarem novas reservas de ouro.
Após a Guerra dos Emboabas, a região passou a ser controlada diretamente pela metrópole. Assim, foram estabelecidas normas que passaram a regulamentar a repartição de lavras entre paulistas e estrangeiros, além da cobrança do quinto, um imposto sobre todas as riquezas geradas pelo ouro. JOAO VICTOR MARQUES PEREIRA Nº 21
Desde 1650, o estado do Maranhão enfrentava grave crise econômica, pois a empresa açucareira da região não tinha condições de pagar os altos preços do escravo africano.
ResponderExcluirPara resolver o problema da falta de mão-de-obra, os senhores de engenho do Maranhão organizaram tropas para invadir os aldeamentos jesuítas e capturar índios para o trabalho escravo. Essa atitude provocou protesto dos padres jesuítas junto ao governo português, que interveio e acabou proibindo a escravidão do índio.
Para resolver o problema da falta de mão-de-obra, o governo português criou, em 1682, a Companhia Geral do Comércio do Estado do Maranhão. Essa empresa assumiu o compromisso de introduzir na região 500 escravos negros por ano, durante vinte anos. Mas a companhia não conseguiu cumprir sua promessa agravando a crise econômica e o descontentamento econômico na região.
Mariana Ultrago Scarpelli n° 32
Eu falei ai em cima sobre : A Revolta de Beckman
ResponderExcluirMariana Ultrago Scarpelli n°32
Revolta de Becckman
ResponderExcluirAconteceu no Maranhão, considerada uma metrópole econômica na época. Foi criada a Companhia de Comércio do Maranhão, que se tinha como função fornecer mercadorias da Europa, destinar anualmente cerca de 500 escravos à região e comprar os produtos agrícolas a preço justo. Com o passar do tempo, Portugal não cumpriu os acordos e os colonos mais uma vez se mobilizaram.
Assim então os irmãos Manuel e Tomas Beckman, voltaram a expulsar os jesuítas da região e dissolveram a Companhia de Comércio do Maranhão. Mesmo apenas reivindicando melhorias na administração colonial, o governo português reprimiu violentamente o movimento. A Revolta dos Beckman foi rapidamente suprimida e seus líderes condenados à morte.
Igor de Oliveira n°19
A REVOLTA DOS BECKMAN.
ResponderExcluirOcorrida no Maranhão,a população maranhense passava dificuldades faltava infraestrutura para fazer correr a sua produção e receber mercadorias e escravos africanos. Então a coroa portuguesa criou,em 1682,a Companhia Geral do Comercio do Maranhão,cujo objetivo era atender as necessidades da população maranhense e,principalmente,dos grandes proprietarios da região.A companhia exercia o monopolio comercial na região e acabou prejudicando a população,vendendo produtos de baixa qualidade com preços muito altos.O abasteciento permanecia precário e o grupo de latinfundiários não recebia escravo
e para manter a produçao agricula estavél.
Havia um outro problema:os constantes choques existentes entre esses mesmos propietarios e os jesuitas instalados na região.Os latinfudiários desejava escravizar a população indingena local e explorá-la na extração das "Drogas do sertão",enquanto os jesuitas resistiam a tal atitude,interessados na catequese dessa mesma população.Em 1684,a tensão chegou ao limite liderados por Manuel Beckman,dando iniciu a um periodo de saques aos armazéns da Companhia de comercio.Beckman enviou seu irmão,Tomas,para portugal com o objetivo de jurar a fidelidade a coroa.Tomas apresentou-se á corte portuguesa coma reivindicações dos revoltosos:a imediata extinção da companhia e a autorização da corte para que se pudesse utilizar o trabalho escravo indigena.A coroa não aceitou as reivindicações e agiu com força intensiva.Apos essa a revolta os padre jesuitas puderam voltar a região do maranhão,assim como a coroa portuguesa pode comprovar os abuso cometidas pela companhia de comercio.A revolta de Backman foi uns dos primeiros movimentos a constetar a autoridade da metropole.
Guerra dos mascates
ResponderExcluirA partir de 1654, a expulsão definitiva dos holandeses de Pernambuco provocou uma grande mudança no cenário econômico daquela região. Os grandes produtores de açúcar que anteriormente usufruíram dos investimentos holandeses, agora viviam uma crise decorrente da baixa do açúcar no mercado internacional e a concorrência do açúcar produzido nas Antilhas. Contudo, esses senhores de engenho ainda possuíam o controle do cenário político local por meio do poder exercido na câmara municipal de Olinda.Com o passar do tempo,os senhores de engenho de Olinda, vivendo sérias dificuldades para investirem no negócio açucareiro, pediram vários empréstimos aos comerciantes portugueses de Recife. Contudo, a partir da deflagração da crise açucareira, muitos dos senhores de engenho acabaram não tendo condições de honrar seus compromissos.A guerra teve início em 1710, com a vitória dos olindenses que conseguiram invadir e controlar a nova cidade pernambucana. Logo em seguida, os recifenses conseguiram retomar o controle de sua cidade em uma reação militar apoiada por autoridades políticas de outras capitanias. O prolongamento da guerra só foi interrompido no momento em que a Coroa Portuguesa indicou, em 1711, a nomeação de um novo governante que teria como principal missão estabelecer um ponto final ao conflito.
José Eugenio nº24